domingo, 27 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
APRESENTAÇÃO DO BLOG DA PROFESSORA MARCIA
http://professoramarciafigueira.blogspot.com/
PESSOAL VAMOS ACESSAR AO BLOG DA PROFESSORA MARCIA FIGUEIRA,
ESTÁ MUITO LEGAL...
PESSOAL VAMOS ACESSAR AO BLOG DA PROFESSORA MARCIA FIGUEIRA,
ESTÁ MUITO LEGAL...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Copa 2010, chegou a hora
Chegou a hora, Brasil. A hora da bola, a hora do jogo.
Sentir ansiedade, um friozinho na barriga
Gritar, murmurar, sorrir
Blasfemar, criticar, esbravejar
Acreditar, defender, elogiar
Agitar, correr, pular
Apostar, confiar, sonhar
Desprezar, ignorar, isolar
Qual será o resultado?
Mais alegria, menos tristeza?
Mais sorriso, menos lágrima?
Mais justiça, menos injustiça?
Mais saúde, menos doença?
Mais amor, menos ódio?
Mais satisfação, menos insatisfação?
Chegou a hora, Brasil
Qual será o resultado?
Um número, uma estrela, uma taça?
O que ganhamos?
domingo, 13 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
PROJETO RECICLAGEM DE PAPEL
A recomendação do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa da Relação de Consumo (Ibedec) é ainda guardar documentos por cinco anos – a lei que determina a emissão de recibo único com quitação anual, que entrou em vigor em 2010, só vale para concessionárias de serviços públicos, como água e luz. Depois desse período, é só picar o documento e jogar no lixo. “Se o documento estiver inutilizado não tem problema [jogar no lixo]”, diz Geraldo Tardim, presidente do Ibedec.
Mesmo assim a saída não é das melhores, já que continuamos contribuindo com a geração de resíduos sólidos – que nem sempre é reciclado - e pode ser que alguma informação pessoal ainda fique visível nos papéis picados. A solução que encontramos foi fazer uma reciclagem caseira dos documentos, batendo-os no liquidificador, seguindo depois o procedimento padrão.
Mesmo assim a saída não é das melhores, já que continuamos contribuindo com a geração de resíduos sólidos – que nem sempre é reciclado - e pode ser que alguma informação pessoal ainda fique visível nos papéis picados. A solução que encontramos foi fazer uma reciclagem caseira dos documentos, batendo-os no liquidificador, seguindo depois o procedimento padrão.
Para o trabalho de prevenção e atendimento ao bullying sugiro que:
Içami Tiba
Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Família de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 26 livros.
Bullying: Como reconhecer agredido e agressor?
Por Içami Tiba
Bullying é uma ação abusiva de uma pessoa mais forte para uma mais fraca que não se defende, escondido dos adultos ou pessoas que possam defendê-la.
Esta ação abusiva do bullying é caracterizada por agressão e violência física, constrangimento psicológico, preconceito social, assédios, ofensas, covardia, roubo, danificação dos pertences, intimidação, discriminação, exclusão, ridicularização, perseguição implacável, enfim: tudo o que possa prejudicar, lesar, menosprezar uma pessoa que se torna impotente para reagir e não revela a ninguém para não piorar a situação.
O agressor é ou está mais forte no momento do bullying, tanto física e psíquica quanto socialmente. Sua vítima, que é ou se encontra impotente para reagir sozinha, precisa de ajuda de terceiros. Além disso, o agressor usa de sua extroversão, da facilidade de expressão, da falta de caráter e ética, de fazer o que quer ignorando a transgressão ou contravenção e abusa do poder de manipulação de outras pessoas a seu favor. O agressor se vale das frágeis condições de reação da vítima e ainda o ameaça de fazer o pior caso ele conte para alguém. Assim, a vítima fica sem saída: se calar, o bullying continua, se tentar reagir, a agressão pode piorar. O número de agressores é geralmente menor que o das vítimas, pois cada agressor produz muitas vítimas.
A vítima é geralmente tímida, frágil e se apequena diante do agressor. Ela tem poucos amigos e os que têm são também intimidados e ameaçados de serem os próximos a sofrerem o bullying, apresenta alguma diferença física, psicológica, cultural, racial, comportamental e/ou algo inábil (destreza, competência etc.).
Mesmo que a vítima não fale, seu comportamento demonstra sofrimento através da perda de ânimo e vontade de ir para a escola (se o bullying lá ocorreu), da simulação de doenças, das faltas às aulas, dos abandonos escolares, da queda do rendimento escolar, do retraimento em casa e na sala de aula, da recusa de ir ao pátio no recreio, de hematomas ou outros ferimentos, da falta ou danificação do seu material pessoal e escolar etc.
Os futuros de todos se comprometem se o bullying não for combatido assim que descoberto. Os agressores, que já vinham em geral de famílias desestruturadas, tendem a manter na sociedade o comportamento anti-social desenvolvidos na escola, tornando-se contraventores e prejudiciais à sociedade. Os agredidos levam suas marcas dentro de si prejudicando seu futuro com uma desvalia e auto-estima baixos, alguns tornam-se revoltados e agressivos, vingando-se ao cometer crimes sobre inocentes da sociedade e até mesmo tornando-se contraventores.
Tanto a escola quanto os pais têm de ficar atentos às mudanças de comportamentos das crianças e dos jovens. Não se muda sem motivo, tudo tem uma razão de ser. Nenhum adulto pode instigar a vítima a reagir sozinho. Se ela pudesse já o teria feito. Foi por autoproteção que ela nada fez nem contou a ninguém.
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